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Fabio Silva — Vereador

COMLURB

Comlurb é patrimônio cultural imaterial do Rio

Número
Lei Nº 8.940
Situação
Sancionada

Fabio Silva é autor da lei que reconhece a Comlurb e o ofício do gari como patrimônio da cidade

A Lei nº 8.940/2025 declara patrimônio cultural imaterial não um prédio, mas uma cultura de trabalho: a de quem limpa a cidade 24 horas por dia, 7 dias por semana.

A Companhia Municipal de Limpeza Urbana passa a ser oficialmente patrimônio cultural imaterial do município do Rio de Janeiro. A Lei nº 8.940/2025, de autoria do vereador Fabio Silva, presta reconhecimento a uma das instituições mais eficientes, respeitadas e admiradas da cidade.

O que a lei protege não é um edifício. É a cultura de trabalho, o conhecimento técnico e as práticas desenvolvidas por gerações de trabalhadores da Comlurb — em especial os garis, cuja atuação diária é símbolo de compromisso com a cidade.

De ponta a ponta do município

Desde sua fundação, a companhia se consolidou garantindo limpeza e ordem em todos os cantos do Rio: da Zona Sul à Zona Oeste, do Centro à Zona Norte, passando pelas comunidades, praias, parques e vias expressas.

É um trabalho que só aparece quando falta — e é justamente por isso que merecia ser nomeado.

O que a cidade vê e não repara

Alguns exemplos que a justificativa da lei registra:

  • A limpeza integral da Praia de Copacabana nas primeiras horas de 1º de janeiro, depois de um réveillon que reúne milhões de pessoas.
  • A operação em megashows internacionais — Madonna, Lady Gaga, Rolling Stones, Elton John, entre outros.
  • Os eventos religiosos de escala global, como a Jornada Mundial da Juventude de 2013, com a presença do Papa Francisco e milhões de fiéis.
  • Grandes festas populares, desfiles, maratonas e manifestações cívicas, sempre em tempo recorde, 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Reconhecer quem faz a cidade funcionar

Em todos esses eventos, a cidade acorda limpa. Alguém varreu enquanto o resto dormia. Declarar isso patrimônio cultural imaterial é dizer, no papel e para sempre, que esse ofício faz parte da identidade do Rio de Janeiro.

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